Un poco de la historia de la lengua brasileña de signos (Libras) y su trayectoria en Brasil
Portada del nº 1 de REVLES
Descargar

Palabras clave

lengua de signos
Brasil
comunidad sorda
difusión lingüística
LIBRAS

Resumen

El propósito del artículo es analizar los orígenes históricos de la lengua brasileña de signos (Libras), detallar cómo se diseminó por el territorio brasileño y cómo es compartida socialmente por la comunidad sorda en la actualidad. El estudio muestra cómo surgió el Instituto Nacional de Educación de Sordos (INES), cómo fue referencia para la expansión de la lengua de signos entre los siglos XIX e XX. A continuación, nos referimos al tema de los préstamos lingüísticos del portugués y de otras lenguas de signos para la Libras, destacando, finalmente, la actualidad de las aplicaciones para dispositivos móviles que contribuye a la difusión masiva, ampliación del uso y la expansión de la lengua, promoviendo una mejor construcción de su conocimiento y de las relaciones sociales entre la población sorda.

 
Descargar

Citas

Aranha, M. (1996): História da Educação, São Paulo: Editora Moderna.
Backhaus, P. (2009): “Rules and regulations in linguistic landscaping: A comparative perspective”. En Shohamy, Elena y Gorter, Durk (eds.): Linguistic Landscape: Expanding the Scenary, pp. 157–172. Nueva York: Routledge.
Behares, L. E. (2013): “Notas sobre la noción de Derechos Lingüísticos: ¿Quién es su titular?”. RDPL Revista Digital de Políticas Lingüísticas, 4(4): 37-58.
Brasil. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002: Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais e dá outras providências, Diário Oficial da União, Brasília, 25 abril 2002.
Brito, L. F. (1995): Por uma gramática de Língua de Sinais, Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro.
Brito, L. F. (1993): Integração social & educação de surdos, Rio de Janeiro: Babel.
Calvet, L. (2006): Towards an ecology of world languages, Cambridge: Polity Press.
Capovilla, F. C., et al. (Org.) (2013): Novo Deit- LIBRAS: Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da Língua de Sinais Brasileira (LIBRAS) baseado em Linguística e Neurociências Cognitivas: 3, São Paulo, SP: Edusp.
Capovilla, F. C. y Walquíria. D. R. (2001): Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua Brasileira de Sinais: Vol. I: Sinais de A a L., São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo.
De Vos, C. y Zeshan, U. (2012): “Introduction: Demographic, sociocultural, and linguistic variation across rural signing communities”. En De Vos, Connie y Zeshan, Ulrike (eds.): Sign Languages in Village Communities: Subtitle: Anthropological and Linguistic Insights, pp. 2-24. Berlin: De Gruyter Mouton.
Faria-Nascimento, S. P. (2009): Representações lexicais da LSB: uma proposta lexicográfica, Tesis Doctoral, Brasília: Universidade de Brasília, Instituto de Letras.
Felipe, T. A. (2001): LIBRAS em Contexto: curso básico, livro do professor instrutor: Programa Nacional de Apoio à Educação dos Surdos, Brasília: SEESP.
Gorter, D., et al. (Eds.) (2012): Minority languages in the linguistic landscape, Basingstoke, UK: Palgrave-Macmillan.
Hélot, C., et al. (Eds.) (2012): Linguistic landscapes, multilingualism, and social change, Frankfurt: Peter Lang.
Meir, I., et al. (2010): “Emerging sign languages”. En Marschark, Marc y Spencer, Patricia E. (eds.): Oxford Handbook of Deaf Studies, Language, and Education, Vol. 2, pp. 267-280. Oxford: Oxford University Press.
Nascimento, C. B. (2010): Empréstimos linguísticos do português na língua de sinais brasileira LSB: línguas em contato, Tesis de Máster, Brasília: Universidade de Brasília.
Neves, F. M. y Men, L. (2003): O Método Pedagógico de Lancaster e a Cultura Escolar.
Quadros, R. M. y Karnopp, L. (2004): Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos, Porto Alegre: ARTMED.
Quadros, R. M. y Stumpf, M. R. (2009): Estudos Surdos IV, Petrópolis, RJ: Editora Arara Azul.
Ramos, C. R. (2003): LIBRAS: A Língua de Sinais dos Surdos Brasileiros, Petrópolis, RJ: Arara Azul.
Rocha, S. (2007): O Ines e a educação de Surdos no Brasil aspectos da trajetória do Instituto Nacional de Educação de Surdos em seu percurso de 150 anos, Rio de Janeiro: INES.
Rodrigues, I. C. y Baalbaki, A. C. F. (2014): “Práticas sociais entre línguas em contato: os empréstimos linguísticos do português à Libras”. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, 14 (4): 1095-1120.
Sayer, P. (2010): “Using the linguistic landscape as a pedagogical resource”. ELT Journal, 64: 143–154.
Segala, R. R. y Bernieri, R. (2009): “A perspectiva social na emergência das Línguas de Sinais: a noção de ‘Comunidade de fala’ e idioleto segundo o modelo teórico laboviano”. En Quadros, Ronice M. y Stumpf, Mariane R. (eds.): Estudos Surdos IV, pp. 22-49. Rio de Janeiro: Arara Azul.
Sofiato, C. G. (2011): Do desenho à litografia: a origem da língua brasileira de sinais, 265 f, Tesis Doctoral, Campinas: Instituto de Artes, Universidade de Campinas.
Stokoe, W. C. (1960): “Sign Language Structure: An outline of the visual communication systems of the American Deaf”. Studies in Linguistics, 8.
Stokoe, W. C., et al. (1965): A dictionary of American Sign Language on linguistic principles, Silver Spring, MD: Linstok Press.
UNESCO (1996): Declaração Universal dos Direitos Linguísticos, Barcelona.
Creative Commons License
Esta obra está bajo licencia internacional Creative Commons Reconocimiento-NoComercial-SinObrasDerivadas 4.0.